Shhhhhh...
preciso de colo;
que me contem histórias para crianças;
[vou dormir]
Quinta-feira, Março 31, 2005
Publicada por Ruiva @ 00:00 1 comentários
Terça-feira, Março 29, 2005
Fever*
Não foi porque quis que fechei os olhos e deixei que o vento me arrastasse...
Never know how much I love you,
Never know how much I care.
When you put your arms around me,
I get a fever that's so hard to bear
Nunca ouvi o não que disseste [num silencio só teu] enquanto os teus braços me puxavam com força e tremiam de indecisões e tabus. Foi o sim que os teus olhos gritaram que te fizeram perder os sentidos no contacto com a pele que dançava para ti a mais bela das musicas que trouxemos no corpo.
You give me fever,
When you kiss me,
Fever when you hold me tight.
Fever! In the morning,
Fever all through the night.
Sim, vou embora! ...sei que não te queres libertar e tens medo de caminhos de luz.Só não grites agora, enquanto te beijo.
what a lovely way to burn
*Peggy Lee
Publicada por Ruiva @ 23:57 0 comentários
Quinta-feira, Março 24, 2005
I just wanna sing a song with you
Quero água salgada e sol na cabeça.
Quero sentir a chuva nos pés enquanto te dou um sorriso e vejo as flores do jardim, que cheiram a ternura, murchar de tristeza enquanto a noite cai. [Eu não vou subir a estrada a cantar baixinho e não quero parar no sinal onde está o desvio] Um dia vou escrever e pensar e sentir e gritar mesmo de verdade; vou ser eu uma vez que seja sem filtros nem defesas e, tudo o que é sonho, vai existir no dia em que eu tiver a certeza que não te esqueces do meu doce de manhã.
Publicada por Ruiva @ 23:54 0 comentários
Quarta-feira, Março 23, 2005

I know it hurts. But it's life, and it's real. And sometimes it fucking hurts, but it's life, and it's pretty much all we got.
Sam - Garden State
Publicada por Ruiva @ 23:53 0 comentários
Sexta-feira, Março 18, 2005
Letting Go*
Há dias, em que chove frio e pessoas sorriem, que não existem fora daqui; daqueles em que fechamos suave os olhos porque assim sente-se menos...
Don’t be afraid of letting go
Porque não pode haver provas de dois inocentes que não se conhecem; que se juntam na luz de uma musica; de um olhar...que têm a cumplicidade das mãos que nunca se juntaram porque nunca nada existiu e o mundo é sempre ao contrário quando amanhece;
Not of anything out of anyone
NÃO VENHAS AQUI...não preciso mais do que estas paredes meigas; NÃO ME GRITES e não me digas quem sou! Sei que estás aí e me queres...e amanhã sou eu e depois és tu e nunca os dois porque nunca existimos senão neste (des)encontro de (in)felicidade.
All alone here with my demons
Um dia hei-de dançar com passinhos suaves de cor pastel e, num sorriso nosso, caír nos teus braços que me vão guardar [para sempre]
Am I ready to move on?
E depois liberto os dias que amanheceram de sorriso e olhos fechados de mentiras doces e sonhos coloridos; e fico a vê-los voar como borboletas e peço que ninguém os prenda para não os matar.
I choose to follow my heart
*Nitin Sawhney
Publicada por Ruiva @ 23:49 0 comentários
Quarta-feira, Março 09, 2005
Music kills me*
As luzes, o palco, o chão; um jogo de multiplos e uma garrafa de vodka no centro de uma manta estendida.
O caminho longo até à relva meio seca...nada de novo; não se sentia calor mas a humidade que lhe caía nos ombros pouco importava no meio de uma dança feliz.
[when i'm feeling low...]
A luz é tão forte! Parecem flashes que cegam momentanemanete...uma imagem, o cheiro, tudo volta com o som...o mesmo som. Os sorrisos, a multidão e o espanto dos outros (de todos).
[...nothing kills me like music]
Se houvesse uma cor seria branco de tanta luz e memórias vagas como sonhos que só existem em nós; sonhos escritos num estado de inconsciencia; sonhos esquecidos (quase)
[music...music...music]
*
Publicada por Ruiva @ 23:45 0 comentários
Terça-feira, Março 08, 2005
Meu anjo
...que espero no cimo das escadas sentada sem sorriso, sem esperança...
Meu amor que existes em mim [só cá dentro], que me falas nos sonhos e me beijas em segredo.
Sento-me aqui de novo enquanto espero aqueles segundos onde o mundo falha e nos tocamos; aquele momento onde nos juntamos num pedaço de mentira e onde te beijo porque nada existe para além do nosso sorriso escondido e disfarçado - o mesmo que negamos existir e que será sempre tabu. Vejo-te ir com as asas que dizes não ter; faço de conta que não sinto; fingimos que não existiu.
Doi.
[até quando?]
Publicada por Ruiva @ 23:42 0 comentários